Talles Colatino
A décima terceira edição do Festival Internacional de Dança do Recife se despede nesse final de semana, depois de uma verdadeira e rica maratona, que não só movimenta bailarinos nos palcos, como também valoriza e fortalece a cena da dança local. Ao final, no domingo, serão 10 dias entre apresentações e debates em que a dança é personagem e enredo.
O fim de semana do evento começa hoje coma atração local “Imagens Não Explodidas” no Teatro Apolo, a partir das 21h. Com direção de Marcelo Sena, o espetáculo traz dois bailarinos ao palco falando através de movimentos sobre a concepção da música e dança. Às 22h, aporta no Teatro Hermilo Borba Filho o premiado trabalho do coreógrafo carioca Gustavo Ciriaco no espetáculo “Still - Sob o Estado das Coisas”. Nele, bailarinos inspiram-se no universo da still life (natureza morta), com objetos do cotidiano retratados na ausência do homem.
A casa que deu as boas vindas ao festival é a mesma que se despede amanhã. O Teatro Santa Isabel , às 21h, exibe “Um Conto Idiota”, da companhia paulista J. Garcia & Cia. Com direção do pernambucano Jorge Furtado, a apresentação busca inspiração nos palhaços do início do século 20. Antes dele, às 20h, “O Solo do Outro - Feminino e O Meu Olhar”, sobe ao palco do Hermilo. O ingresso para cada espetáculo custa R$ 5.
B-BOYS
No domingo, a dança deixa os palcos fechados para o ar livre. Das 15h às 19h, o Parque 13 de Maio será local da disputa de dança de “rua Ginga B.boy”. São nove grupos e alguns dançarinos solos diputando a premiação.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
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